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URSOS POLARES VÃO EXTINGUIR-SE SE O AQUECIMENTO GLOBAL NÃO FOR TRAVADO

por Mäyjo, em 24.06.17

ursospolares_SAPO

Os ursos polares vão extinguir-se caso o aquecimento global não seja travado. A conclusão é de um novo estudo elaborado pelo Governo dos Estados Unidos.

 

No documento, onde a administração de Obama traça um plano de recuperação para a espécie, os Serviços de Pesca e Vida-Selvagem indicam que “o passo mais importante a dar para a conservação do urso polar é uma acção decisiva para travar o aquecimento no Árctico”, cita o Independent.

“Se não houver acções que travem efectivamente a causa primária da diminuição do gelo do mar, é improvável que os ursos polares sobrevivam”, lê-se no documento.

Os ursos polares alimentam-se, acasalam e dão à luz no gelo flutuante. Porém, nos últimos anos, com o aumento da emissão de gases com efeito de estufa e consequente aumento do aquecimento global, as plataformas de gelo flutuante têm vindo a diminuir. Se não houver gelo flutuante no Árctico será muito difícil a esta espécie conseguir sobreviver.

Estima-se, actualmente, que a população mundial de ursos polares seja de 20.000 a 25.000 espécimes.

Foto: Andy Silver / Creative Commons

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publicado às 12:15

LINCE-IBÉRICO JÁ NÃO ESTÁ “CRITICAMENTE EM PERIGO”

por Mäyjo, em 23.06.17

linceiberico_SAPO

Depois de quase década e meia a ser considerado o felino mais ameaçado do mundo, o lince-ibérico deixou de ser considerado internacionalmente como uma espécie “criticamente em perigo” para voltar a ser uma espécie “em perigo”.

 

Embora a população de linces-ibéricos seja reduzida e o animal corra o risco de se extinguir, os esforços de conservação e os programas de reprodução em cativeiro e de reintrodução na natureza contribuíram para melhorar a sua situação, o que foi suficiente para a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) deixar de o considerar “criticamente em perigo” na actualização mais recente da sua Lista Vermelha, que foi divulgada esta terça-feira.

O lince-ibérico estava classificado como “criticamente em perigo” pela IUCN desde 2002. Nessa altura, a população selvagem destes animais estava no limiar da extinção. Em Portugal, não se via um lince na natureza desde o início da década de 1990 e em Espanha eram poucos os que restavam. Como tal, os dois países ibéricos uniram-se para vários projectos de conservação.

Entre 2002 e 2012, o número de linces triplicou de 52 para 156 em duas subpopulações distintas na Andaluzia – na Serra Morena e em Doñana, escreve a agência SINC. Desde 2012 que o programa de reintrodução dos linces na natureza se intensificou, com cinco centros de reprodução em cativeiro activos na Península Ibérica – quatro em Espanha e um em Portugal, em Silves. O primeiro casal destes animais foi libertado em Portugal em Dezembro último. Actualmente, existem pelo menos 11 linces a viver em liberdade em território luso.

Leão entre as espécies ameaçadas

Na nova actualização da Lista Vermelha da IUCN, a otária de Guadalupe é outro caso de sucesso. Entre o final do século XIX e a década de 1920 a espécie foi dizimada pela caça e o mamífero que vive na costa do México e da Califórnia chegou a ser considerado extinto. Em 1950 não havia mais de 200 a 500 animais. Esforços e programas de conservação conseguiram aumentar a população destes animais para 20.000 em 2010. A otária de Guadalupe passou de “quase ameaçada” para espécie de “menor preocupação” na última revisão da lista.

Mas nem só de boas notícias se faz a actualização da Lista Vermelha da IUCN. Muitas espécies vão no sentido contrário de conservação. O gato dourado africano é um deles e passou de “quase ameaçado” a “vulnerável”. O leão-marinho de Hooker saltou de “vulnerável” a “em perigo”. E até o próprio leão, embora se tenha mantido com o estatuto de “vulnerável” a nível global, passou a ser considerado “criticamente em perigo” na África Ocidental, devido ao recrudescimento da caça ilegal.

A nova actualização da Lista Vermelha analisou 77.340 espécies de plantas e animais, dos quais 22.784 estão ameaçadas de extinção. A caça e a destruição do habitat destes animais são as principais ameaças para 85% destas espécies.

Foto: juanmann / Creative Commons

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publicado às 12:03

ANTÁRCTIDA: BIODIVERSIDADE ENFRENTA VÁRIAS AMEAÇAS APESAR DO ISOLAMENTO

por Mäyjo, em 08.06.17

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A Antártida e as suas águas abundam de vida, mas as medidas de protecção desta biodiversidade são escassas e o continente enfrenta cada vez maiores ameaças tanto da pesca como do turismo e expedições científicas.

 

A conclusão é de um novo estudo, publicado na revista científica Nature, que caracterizou as ameaças à biodiversidade daquele local. Os investigadores concluíram que a biodiversidade desta região “não está melhor que a do resto do planeta”, apesar do seu relativo isolamento.

O sistema marinho antártico alberga mais de 8.000 espécies diferentes, sendo que entre 50% a 90% destas espécies são endémicas, incluindo animais como aranhas-do-mar, isópodes e o albatroz-errante. Já em terra existe uma “biodiversidade massiva” de vírus que vivem em cursos de água doce e uma “comunidade microbiana extremamente bem desenvolvida”.

“A maior parte das pessoas pensa que o continente é um monte vasto de gelo e que o mar é apenas povoado por baleias, focas e pinguins. Mas isso não é verdade”, afirma Steven Chown da Monash University e investigador principal do estudo, ao Guardian. De acordo com o investigador, a Antárctida não é uma simples área homogénea e tem 15 zonas biogeográficas distintas.

Estas zonas incluem as Montanhas Transantárcticas, que a albergam líquenes e musgos bastante estranhos, e os vulcões geotermicamente aquecidos na península do noroeste da Antárctida, que desempenha um importante papel como refúgio para a vida selvagem das gélidas da região.

Apesar do isolamento do continente, a interferência humana consegue ali chegar, quer seja através da pesca, turismo ou programas científicos. Apenas 1,5% de todo o território antártico está protegido e apenas 10% dos oceanos que rodeiam o continente estão protegidos.

Foto: ATEWITHREL / Creative Commons

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publicado às 22:51

Os corais do Mar Vermelho

por Mäyjo, em 07.06.17

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publicado às 22:49

CARROS SÃO A NOVA AMEAÇA À SOBREVIVÊNCIA DO LINCE-IBÉRICO

por Mäyjo, em 17.05.17

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Depois de anos à beira da extinção, o lice-ibérico começa a recuperar, tanto em Portugal como em Espanha, graças aos programas de conservação. Mas estes esforços de conservação e reintrodução da espécie enfrentam agora uma ameaça inesperada que pode comprometer a recuperação destes animais – os carros.

 

Desde 2008 que o número de linces atropelados por carros, especialmente em Espanha, tem vindo a aumentar. Só em 2014, no território espanhol, morreram 22 linces atropelados por carros. “Os carros são a grande ameaça ao futuro dos linces. É revoltante porque é um problema que pode ser facilmente solucionado”, indica Ramon Perez de Ayala, director do programa de espécies de Espanha da World Wilde Fund for Nature (WWF), cita o Phys.org.

De acordo com Perez de Ayala, seria apenas necessário €6 milhões para tornar as estradas mais seguras para os linces, quer seja através da limpeza dos arbustos das bermas que diminuem a visibilidade dos condutores, quer através da colocação de vedações nos terrenos que são atravessados por estradas ou pela criação de passagens que permitam aos felinos atravessar as estradas de forma segura.

“Com a desculpa da crise económica, deixou de se fazer a manutenção básica das estradas e os linces estão a sofrer as consequências”, indica o membro da WWF.

Os programas de conservação e reprodução do lince ibérico começam agora a dar os primeiros frutos, mas caso não seja criada segurança rodoviária para estes animais o seu futuro pode estar comprometido.

O lince-ibérico é o felino mais ameaçado do mundo. Desde o início do século XX o número destes animais tem vindo a diminuir, até que em 2002 havia menos de 100 espécimes, o que levou a que fosse classificado como espécie ‘criticamente ameaçada’ pela IUCN.

Foto: jmj575m / Creative Commons

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publicado às 21:58

POR QUE É QUE OS DINOSSAUROS NUNCA VIVERAM NA REGIÃO EQUATORIAL?

por Mäyjo, em 15.05.17

dinossauros_SAPO

Durante mais de 30 milhões de anos depois de os primeiros dinossauros aparecerem na Terra, estes animais optaram sempre por viver fora da região equatorial, vivendo ora num hemisfério ora noutro e atravessando o Equador sempre que necessário, mas sempre sem se fixarem nesta zona tropical. Os únicos dinossauros que optavam por viver nesta zona eram carnívoros de pequeno porte.

 

Este longo período em que os grandes carnívoros e herbívoros não habitaram as baixas latitudes é uma das grandes questões sobre a ascensão dos dinossauros sem resposta. Porém, uma nova investigação vem dar resposta à questão.

O novo estudo feito por uma equipa internacional de cientistas conseguiu recriar com detalhe as condições climatológicas e ecológicas de há mais de 200 milhões de anos na região de Ghost Ranch, no estado norte-americano do Novo México, um local rico em fósseis do Período Triásico Superior.

Grandes incêndios, secas, falta de alimentos e alterações climáticas extremas são alguns dos factores que ajudam a explicar a escassez de dinossauros nesta região do globo ao longo de mais de 30 milhões de anos.

“Os nossos dados indicam que não era um local divertido”, afirma Randl Irmis, um dos autores do estudo e professor assistente na Universidade do Utah, cita o Discovery News. “Era um tempo de extremos climáticos que oscilavam de forma imprevisível e os grandes dinossauros herbívoros não conseguiam subsistir na região equatorial”, explica o investigador.

A investigação é a primeira a fornecer dados detalhados do clima e ecologia durante o aparecimento dos dinossauros. Os resultados são igualmente importantes para se melhor perceber o aquecimento global provocado pela actividade humana. Os níveis atmosféricos de dióxido de carbono (CO2) durante o Triásico Superior eram quatro a seis vezes superiores aos actuais. “Se continuarmos com o padrão actual de emissões, poder-se-ão desenvolver condições semelhantes num mundo com elevadas concentrações de CO2, que destruirão os ecossistemas a baixas latitudes”, acrescenta Irmis.

As conclusões foram publicadas na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

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publicado às 01:23

A Natureza a falar - Coral

por Mäyjo, em 02.04.17

 

«Sou o Coral
Algumas pessoas pensam que sou apenas uma pedra
Mas, na realidade, sou a maior coisa viva neste planeta.
Sou tão grande que posso ser visto do espaço.
Mas por quanto tempo?
Eu cresço há quase 250 milhões de anos
E os humanos chegaram e um quinto de mim já desapareceu.
Claro, eu vivo no fundo do mar
E podes não me ver muitas vezes
Mas precisas de mim.
Sabes que um quarto de toda a vida marinha depende de mim?
Sou o berçário do mar.
Os peixes pequenos dependem de mim para alimento
E como esconderijo dos grandes peixes.
E adivinha quem precisa dos peixes grandes?
Certo, tu precisas!
Sou a fábrica de proteínas do mundo
E tu sobes a temperatura do oceano, e eu já não posso viver aqui.
Quando as grandes tempestades e tsunamis atingim o oceano,
Eu sou uma fortaleza.
E tu rebentas-me com dinamite e envenenas-me com cianeto.
Eis uma ideia maluca:
Para de me matar!»
 
Um vídeo de Conservation International com locução de Ian Somerhalder. 

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publicado às 22:01

CHITA ESTÁ MUITO PERTO DA EXTINÇÃO

por Mäyjo, em 18.03.17

chita

O animal terrestre mais rápido do mundo está a um pequeno passo da extinção, segundo dados agora divulgados no âmbito de uma investigação da Sociedade Zoófila de Londres e da Wildlife Conservation Society.

 

Segundo estas entidades, estima-se que em todo o mundo existem apenas cerca de 7.100 chitas, com somente 9% do território que é considerado o seu habitat natural a ser ocupado por esta espécie. O desaparecimento destes animais está a ser especialmente sentido na região da Ásia. Mas não é apenas nesta região que os números têm vindo a diminuir a um ritmo alarmante. No Irão, por exemplo, já só há cerca de 50 chitas a viver no país, e no Zimbabué os dados indicam que na última década cerca de 85% da população de chitas desapareceu, com a caça ilegal a ser apontada como a principal causa para muito provável extinção da espécie.

O estudo avança ainda com mais um dado que ajuda a perceber como se chegou a esta situação: cerca de 77% dos locais habitados por chitas não são zonas protegidas por lei, o que muito contribui para aumentar a ameaça a que estes animais estão sujeitos.

Depois de conhecidos estes dados, o objectivo passa agora por rever o nível de perigo da espécie, passando de “vulnerável” para ameaçada” na lista das espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza.

Foto: via Creative Commons 

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publicado às 11:12

O QUE SÃO PLANTAS AUTÓCTONES? E QUAIS AS VANTAGENS QUE TÊM NA BIODIVERSIDADE?

por Mäyjo, em 13.03.17

plantas-autoctones

A flora nativa de Portugal, também conhecida como autóctone, é composta por uma grande variedade de árvores e arbustos, bem como por muitas outras plantas. Entre as árvores mais frequentes podemos encontrar o carvalho, a azinheira, o sobreiro, o salgueiro e tantos outros. Há ainda arbustos típicos como a aroeira, o medronheiro, o rosmaninho, ou o alecrim, entre outros.

 

Se tem um jardim, horta ou pedaço de terreno florestal disponível, saiba que usar plantas autóctones nas próximas plantações ou sementeiras que fizer, já que esta prática contribui de forma significativa para uma maior sustentabilidade.

Isto porque estas plantas estão mais adaptadas às condições do solo e do clima do nosso território são mais resistentes a pragas e a doenças, bem como a longos períodos de seca. Desta forma não precisam de tanta manutenção nem de cuidados especiais.

Descubra mais sobre os benefícios das plantas autóctones neste vídeo do Minuto Verde, da associação Quercus.

O Minuto Verde é uma rubrica produzida pela Quercus e emitida aos dias úteis na RTP.

Foto: via Creative Commons

 

 

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publicado às 10:47

EM PORTUGAL, 10% DAS BORBOLETAS DIURNAS ESTÃO AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO

por Mäyjo, em 07.03.17

borboleta

Excesso de urbanização, alterações climáticas e destruição de habitats estão a acabar com 10% das borboletas diurnas em Portugal. Este é o diagnóstico agora divulgado por uma investigadora que propõe a elaboração de um livro vermelho das espécies.

 

Eva Monteiro, investigadora do Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, revelou que 10% das espécies de borboletas diurnas em Portugal poderão estar ameaçadas de extinção.

A especialista admite que são necessários mais estudos de campo para confirmar esta estimativa e considera que para o efeito é necessário proceder à elaboração de uma lista vermelha dos invertebrados de Portugal. Este documento, que junta os grupos de animais existentes, por zona, e especifica o seu estado de conservação é, na opinião da investigadora, uma ferramenta essencial.

Segundo Eva Monteiro o Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais (cE3c) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a Sociedade Portuguesa de Entomologia, o Instituto Português de Malacologia e o Tagis – Centro de Conservação das Borboletas de Portugal estão disponíveis para colaborar com o Instituto de Conservação da Natureza e Floresta (ICNF) e elaborar aquela lista vermelha.

Segundo a especialista, os únicos registos de dados existentes são conseguidos através de observações das pessoas, que os divulgam na internet. Em muitas espécies, esta participação tem contribuído para aumentar os pontos conhecidos, sublinhou.

Os principais factores que ameaçam as borboletas, segundo Eva Monteiro, é a destruição dos seus habitats, com diferentes causas, como o abandono ou a mudança de utilização dos campos, o excesso de pastoreio, os pesticidas as alterações climáticas e o excesso de urbanização.

O país tem 135 espécies de borboletas diurnas, as mais conhecidas, e 2.500 nocturnas.

Foto: Luis Markes / via Creative Commons

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publicado às 10:32


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